12 de junho de 2008

amar...




Uma mentira romantica, um acordar a meio da noite com um beijo, porque acordaram cheios de saudades minhas, ou me mandam um sms com as palavras, ‘Fazes-me bem’ e eu respondo ‘E quando te faço mal… adoras’, ahahaha

Eu não preciso que digam que me amam, mas adoro que mo demonstrem e pode ser da maneira mais subtil, porque esses momentos sim ficam guardados.

E não gosto de andar sempre aos beijinhos e abraços e amassos, para que todos testemunhem um amor que muitas vezes é só isso mesmo, uma aparência para os outros.

Quero um colo, uma cama quentinha e partilhá-la, quero a liberdade de ter um amor livre que volta para mim porque quis e sem dizer nada me demonstra num olhar brilhante o quão feliz eu o faço.

Provavelmente serei mais racional, eu sei, se calhar há aqui pouco de emocional, mas as emoções partem de cada um e eu não construo castelos no ar, estou predisposta a dar mas só a alguém que o queira e saiba receber, não faço fitas, não crio expectativas ou ilusões, sou o que sou, dou só o que posso e quero dar.

Amo porque a alma mo diz e ainda que nem sempre o pronuncie, demonstro-o, estou lá para o que der e vier, porque quero bem e protejo e guardo, os meus amores vivem dentro de mim…

E o que tenho para oferecer provavelmente é tão pouco, ainda assim é tão puro, genuíno, precioso e verdadeiro e muito maior do que a palavra ‘amo-te’ consegue encerrar…